Previstas grandes mudanças já a partir da próxima época

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Olímpico do Montijo vai ter que fazer prova de que nada deve a jogadores e treinadores, se não o fizer pode ficar fora da competição. Amora, Pinhalnovense e Fabril não têm esse problema.

 

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A Federação Portuguesa de Futebol continua por decidir a questão relacionada com as subidas no Campeonato de Portugal porque, pelo que conseguimos apurar, está a fazer uma profunda reflexão sobre as mudanças que quer impor na competição, no que diz respeito aos critérios de acesso e à constituição dos plantéis.

As regras vão mudar e segundo consta o Campeonato de Portugal vai sofrer grandes alterações já na próxima época. Uma das questões tem a ver com os clubes que tenham sido ajudados pelo Fundo de Garantia Salarial. Se não conseguirem fazer prova que a situação está regularizada com jogadores e treinadores podem ficar fora da competição.

Outras das medidas está relacionada com o falso amadorismo existente em alguns clubes que vão ser fiscalizados e penalizados de forma mais dura, assim como a constituição dos plantéis com a salvaguarda do jogador português.

Os responsáveis federativos querem uma competição saudável com os clubes a terem condições de sustentabilidade.

Neste sentido a federação irá exigir planos de actividades, contabilidade organizada e estimativas de receitas e despesas antes de cada época se iniciar e nos planos federativos está também a ideia de limitar a inscrição de jogadores não comunitários e um limite de jogadores inscritos (27) por plantel, para evitar a bagunça que se tem verificado ultimamente.

 

O Olímpico do Montijo é um dos seis clubes que está a receber verbas do Fundo de Garantia, através da Federação Portuguesa de Futebol e do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol. O vlor dado aos clubes é de 73 175 euros. A AD Oliveirense foi a que mais recebeu, 20.600 euros. Fátima, que viu o director desportivo Sandro Giovetti pedir a demissão (11.950), U. Leiria (11.800), U. Madeira (11.400), Olímpico do Montijo (9.650) e Sub-23 do Aves (7.775) completam o lote de equipas apoiadas.

De referir que, para além destes, há outros clubes a receber ajuda da primeira linha de crédito que a FPF criou para a crise actual.

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