Futsal Feijó é um dos clubes que propõem a criação da 2.ª Divisão Nacional

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Paulo Santos, Treinador

Com esta prova as equipas chegam mais preparadas ao escalão máximo da modalidade.

 

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A Federação Portuguesa de Futebol recebeu uma proposta, subscrita por 23 clubes que iriam disputar a Taça Nacional de futsal feminino, a defender a criação de uma 2.ª Divisão, para que a modalidade possa evoluir.

Devido à pandemia provocada pela covid-19, a FPF decidiu que não vai haver descidas do escalão principal e a realização da Taça Nacional, prova em que os campeões distritais e alguns segundos classificados iriam disputar a subida, é uma incógnita.

Dos clubes apurados para a Taça Nacional, apenas o Maia não subscreveu o documento. Os restantes emblemas contaram com o apoio das respectivas associações de futebol, através das quais fizeram chegar a proposta à FPF.

“Esta é a oportunidade de concretizar uma ideia que é consensual entre os clubes. Há tempo para se falar, para se pensar, para aplicar. Não sabemos o que vai acontecer com a Taça Nacional e, neste momento, está uma época inteira no caixote do lixo e esta proposta beneficiaria toda a gente”, dizem os clubes.

Paulo Santos, treinador e vice-presidente do Futsal Feijó, há quatro épocas vencedor da Taça, Supertaça e campeonato da AF Setúbal, só com vitórias, afirma que “não é uma ambição nossa, é de todo o futsal feminino, para que possa crescer. Ao criar-se uma II Divisão, vão criar-se condições para as equipas crescerem, chegarem mais preparadas à I Divisão, ao mesmo tempo abre maior espaço para outras equipas evoluírem nos distritais”, refere o responsável do Futsal Feijó.

O treinador realça ainda estar por cumprir, neste capítulo, a igualdade de género entre o futsal feminino e o masculino. “Apelo a que se olhe mais para o futsal feminino porque há muita margem para crescer, haja vontade da federação”.

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