Amora quer dar mais músculo financeiro à SAD para a tornar mais forte

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Lutar pela subida de divisão, criar uma equipa “B” e melhorar as infra-estruturas são os grandes objectivos para tornar um gigante adormecido num gigante acordado.

 

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Expectativa é a palavra que mais se ajusta em relação ao momento actual do Amora Futebol Clube que procura encontrar soluções para reforçar a sua estratégia para a nova época desportiva e para os tempos mais próximos.

“O Amora está neste momento em negociações com alguns investidores para tornar a SAD mais forte e com objectivos bem definidos. Com a mudança que vai haver no campeonato abre-se uma nova janela e com ela o desejo de tentar subir de divisão ou ficar pelo menos na 3.ª Liga”, começou por referir o presidente do clube.

Carlos Henriques adiantou ainda que “a administração da SAD teve vontade em catapultar o Amora para outros patamares mas infelizmente as coisas não correram da forma desejada. De qualquer forma, só temos que agradecer ao Zuneid Sidat e à sua família, o esforço que fizeram. Entretanto, surgiram algumas situações novas que estão a ser preparadas no sentido de dar mais músculo financeiro ao projecto. Os investidores querem que o Zuneid continue ligado à SAD e há negociações a decorrer, nos próximos dias poderá haver novidades”.

O presidente do Amora confirmou a vontade que existe na criação de uma equipa “B” mas frisou que nesta altura ainda não é uma certeza. “Em minha opinião é urgente termos uma equipa “B” para podermos estabelecer uma maior ligação entre os sub-19 e a equipa sénior, é aquilo que fazem as equipas que estão no topo”.

Na conversa que manteve connosco Carlos Henriques fez também o ponto da situação em relação às infra-estruturas. “O Campo do Serrado ainda não está pronto. Os balneários sim, mas falta ainda acabar a bancada. Espero que até ao início da época as obras da cobertura, dos WC, do bar e da zona envolvente estejam concluídas. Em relação ao Estádio da Medideira estão criadas condições para começar a obra nos próximos meses, assim se confirmem duas ou três situações: arranjar uma engenharia e uma equipa que financie a construção dentro daquilo que a CM Seixal idealizou”.

E, reforçou a sua posição referindo que “é preciso ter em conta que o actual Estádio da Medideira está a cair. O Amora precisa de um estádio novo que está prometido no âmbito de um protocolo que envolve a troca de uma parcela de terreno que tínhamos na Academia – que impediu a construção de um campo de futebol de 11, no local onde vai nascer um Pingo Doce. O processo está em fase de conclusão e há a expectativa da obra começar quanto antes, se não fosse o Covid-19 provavelmente começariam em Junho”.

No remate final, Carlos Henriques disse que “há quem considere o Amora um gigante adormecido mas se subir à 2.ª Liga e as obras da Medideira começarem, pode tornar-se num gigante acordado”.

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