FIGURA DO ANO
A autarca de Setúbal continua inigualável no plano regional. Tanto em obra feita, como popularidade e até em projecção política não há quem lhe faça sombra no distrito. Talvez só neste ultimo capitulo possa ter concorrentes, como a mediática Inês de Medeiros, de Almada, ou o influente Vítor Proença, de Alcácer do Sal. Mas nos outros critérios, Dores Meira supera e, no conjunto, sobressai como a principal figura política da região.
2018, apesar de inicio de mandato e ainda sem a força máxima do co-financiamento comunitário, foi mais um ano de investimento, ambição e resultado. Entre grandes e pequenos projectos, todo o território está a mexer. A revolução continua a modernizar, embelezar e projectar a cidade. Dores Meira vai deixar obra indelével em Setúbal, mesmo que também deixe divida. Certamente terá lugar na história local como a presidente de referência durante muitos anos.
FACTO DO ANO
O facto não é novo, mas continua a ser penoso para os cidadãos da região, sobretudo para os munícipes de alguns concelhos, com Setúbal à cabeça, onde a taxa é mais alta.
O distrito de Setúbal continua a ser o distrito do país com a taxa de Imposto Municipal sobre Imóveis mais elevada do país. É certo que no ano de 2018 manteve-se, e até se acentuou, a tendência de redução do imposto, com vários municípios a baixarem a taxa que praticam. Mas essa tendência, além de pouco ambiciosa, não é suficiente para que o distrito abandone este penoso primeiro lugar porque noutros distritos as autarquias também têm reduzido a taxa.
Para termos uma ideia, a taxa média de IMI no distrito de Setúbal é de 0,38. A média nacional é 0,34 e a média do segundo pior distrito (são vários com mesma média) é 0,36.
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