Covid-19: Investidos 350 mil euros em equipamento para municípios do litoral alentejano

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Santiago do Cacém

A Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral (CIMAL) adquiriu equipamento de proteção individual para distribuir pelos cinco municípios da zona, no âmbito das medidas de proteção e prevenção da covid-19, foi ontem anunciado.

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O investimento, que “ultrapassa os 350 mil euros”, segundo a CIMAL, permitiu adquirir máscaras, viseiras e óculos, proteções para botas e sapatos, desinfetante, fatos e batas para “reforçar o combate à pandemia” no litoral alentejano.

“Gostaríamos de ter tido este equipamento mais cedo, mas foi o possível junto de um fornecedor nacional a partir de necessidades que cada um dos cinco municípios do litoral alentejano colocou”, explicou à agência Lusa o presidente da comunidade intermunicipal, Vítor Proença.

Trata-se da segunda encomenda efetuada pela CIMAL num total de 28 mil máscaras, 1.500 viseiras e óculos, 3.500 proteções para botas e sapatos, 4.250 embalagens de desinfetante e 9.760 fatos e batas para os “funcionários municipais que trabalham com produtos perigosos, como os desinfetantes, e químicos, para a limpeza e higienização dos espaços públicos”, frisou.

“Adquirimos óculos, porque há trabalhadores que têm de ter esse tipo de equipamento, e viseiras para os funcionários dos espaços administrativos que vão estar em contacto com o público, além de luvas e outro equipamento de proteção individual”, acrescentou o também presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal.

Nas duas operações, segundo um comunicado da CIMAL, foram adquiridas, na globalidade, 64 mil máscaras, das quais 36 mil já tinham sido entregues.

De acordo com o autarca, o material, que já foi distribuído pelos concelhos de Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém, Sines e Odemira, poderá ser “partilhado com alguns segmentos da população, grupos de risco, bombeiros e Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS)”.

“A linha condutora são os vários serviços das câmaras, mas se, porventura, algum município quiser optar por partilhar com segmentos da população, bombeiros e IPSS pode fazê-lo, não é a CIMAL que determina”, acrescentou.

Com o levantamento do estado de emergência, Vítor Proença indicou que “há um conjunto de regras e de princípios que vão ser acatados”, mas “outros, no que respeita a prazos de abertura de alguns equipamentos, podem variar”.

“Uma regra de ouro que vai ser seguida é a proteção dos funcionários municipais e dos cidadãos, a marcação para atendimentos presenciais e o uso obrigatório de máscaras, dentro dos serviços, e a utilização de viseiras, na proteção com o público”, avançou.

Lusa

 

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