Jamila Madeira inaugura unidade endoscópica no Hospital do Barreiro

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Investimento de 370 mil euros em novo espaço, permite melhorar atendimento e dar resposta a utentes numa área considerada “muito sensível”, para antecipar problemas de saúde

 

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A secretária de Estado Adjunta e da Saúde, Jamila Madeira, inaugurou na manhã desta quinta-feira, as novas instalações da Unidade de Técnicas Endoscópicas do Hospital Nossa Senhora do Rosário, equipamento que faz parte do Centro Hospitalar Barreiro Montijo (CHBM), num investimento de 370 mil euros por parte do ministério da tutela e que própria classificou de um “esforço continuado que pretende que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) continue a desempenhar o seu papel de instrumento de igualdade, no acesso e na capacidade de providenciar os serviços de saúde que os utentes precisam”.

A cerimónia contou, entre outros, com a presença de Teresa Almeida, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT), do autarca barreirense Frederico Rosa e de Pedro Lopes, presidente do Conselho de Administração daquele centro hospitalar. A nova unidade vai permitir investir não apenas na qualidade assistencial dos utentes, mas também, melhorar os cuidados prestado à população e a eficiência e eficácia da unidade, que a partir de agora vai oferecer uma qualidade superior. Refira-se que coube ao ministério e à CCDR-LVT ajudar o CHBM a realizar as obras, através de uma candidatura a dois programas cofinanciados para a aquisição de novos equipamentos.

Jamila Madeira reforçou que o Governo “tem estado preocupado na reconstrução do SNS e durante os últimos quatro anos, injetámos um conjunto muito significativo de recursos financeiros que permitiram repor a capacidade evolutiva” do serviço. A aposta actual, frisou, passa por uma lógica de reposição de “hardware, equipamentos, modernização e capacidade de resposta aos utentes”. Para isso, realçou, o “orçamento de Estado deu um sinal muito positivo com um reforço inicial de 492 milhões de euros, um montante nunca antes reforçado”, destacou. A responsável revelou ainda que “temos um plano de melhoria de resposta a um conjunto de investimentos que foram identificados para dois anos no valor de 190 milhões”, onde o acelerador linear – equipamento usado em radioterapia –, no CHBM também está incluído, entre outras intervenções. “O SNS é talvez o instrumento de maior igualdade que existe na sociedade e na democracia portuguesa e queremos que assim continue a ser”, disse.

Antecipar medicina preventiva

Para que esta capacidade de resposta possa existir, na perspectiva de Jamila Madeira, o investimento deve ser feito de acordo com “as necessidades das populações e onde estão concentradas”, através da “antecipação da lógica da medicina preventiva, e sabemos que estes rastreios e esta área muito sensível, são muito importantes para conseguirmos antecipar o problema, melhorar a qualidade da intervenção e de vida dos utentes em todas as fases do seu diagnóstico”, concluiu.

 

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