Barreiro declara situação de alerta municipal

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Perante a evolução da fase de contenção alargada para a fase de mitigação referente à transmissão do vírus COVID- 19, a Câmara Municipal do Barreiro declarou situação de alerta de âmbito municipal

[EM ACTUALIZAÇÃO]

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Ontem o Serviço Municipal de Protecção Civil do Barreiro instalou no Hospital Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro uma tenda de campanha dedicada exclusivamente a triagem de suspeitas de infecção por Covid-19.

Ficou também decretado o encerramento de espaços municipais, como as piscinas, edifícios culturais e outros. Recorde-se que no decorrer da semana também a iniciativa 15ena da Juventude foi adiada, cujo arranque estava marcado para hoje.

 

 

Autarca do Barreiro apela à responsabilidade de todos para evitar alarmismos

 

O presidente da Câmara do Barreiro, Frederico Rosa, publicou um comunicado ao início da desta tarde, na página oficial de Facebook da autarquia, através do qual apela a todos os cidadãos, para evitarem uma situação de alarmismo junto da população, na sequência da pandemia criada pelo Covid-19.

O autarca barreirense lembra que o município “tem há uma semana o plano de contingência activo e está atento ao que se está a passar 24h00 por dia”, através do Serviço Municipal de Protecção Civil.

Frederico Rosa defende que o “importante é que toda a gente siga as orientações que são dadas, não só a nível local, como pelas medidas que foram decretadas pelo Governo”, afirmando que “todos nós temos a responsabilidade de informar, ter uma acção pedagógica, sensibilizar e tomar acções para nós próprios e para a nossa família” ou dar um passo no sentido contrário, criando “alarmismo”, através da difusão de “informações de fontes que não são oficiais, de criar ruído e ainda mais confusão naquilo que tem de ser uma informação cada vez mais fluída, eficaz e perceptível para que toda a gente perceba o que se está a passar”, adiantou.

Passada a maior parte da mensagem, o presidente sugeriu ainda aos barreirenses que “sigam o caminho do civismo e da responsabilidade, da informação e da pedagogia” e que não optem por dar preferência ao “diz que diz-se, do que ouvi no café ou ali na esquina”, alertou.

 

Com: Luís Geirinhas

 

 

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