Novo Mercado Municipal 25 de Abril no Barreiro já abriu portas

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Espaço com 16 bancas, duas ilhas e duas lojas foi inaugurado ontem

 

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Foram inauguradas durante a manhã de ontem, no Barreiro, as novas instalações do Mercado Municipal 25 de Abril, nos terrenos anteriormente ocupados pelo campo do Luso, em resultado de uma contrapartida estabelecida entre aquela autarquia e a superfície comercial ali instalada. Rui Braga, vereador das Obras e Planeamento desta câmara, destaca que a partir de agora aquele equipamento vai poder acolher os onze concessionários que, até este momento, exerciam a sua actividade num espaço que tinha “vários problemas estruturais”.

O vereador adianta que esta localização tem “uma dinâmica económica completamente diferente”, numa zona que está “totalmente requalificada” e que vai permitir “dar mais qualidade de vida” a quem vive naquela área da cidade, para além de satisfazer todos os que ali trabalham, já que está “dotado de todas as condições”. Para o responsável, o antigo edifício “era um espaço problemático e completamente fora do enquadramento legal daquilo que é esta actividade”, explicou.

Em declarações a O SETUBALENSE, Frederico Rosa, presidente da autarquia, referiu que este era um mercado que “estava muito degradado, vindo agora para uma zona central, numa nova centralidade e num espaço do território que estava esquecido, onde existia um antigo campo que criava um tampão, passando a estar numa área aberta e ampla”, realçou o autarca.

Para os concessionários, as condições de trabalho “são muito melhores”, dado que “tínhamos um equipamento antiquíssimo e agora temos uma coisa nova o que, logicamente, é muito melhor”, asseguraram dois dos comerciantes.

Praça moderna dotada de “mais condições”

O novo equipamento, que funciona de terça-feira a sábado, entre as 7h00 e as 14h00, está dotado de duas ilhas, 16 bancas e duas lojas, para além de todas as condições que não existiam no antigo mercado, tais uma arca frigorífica e uma de congelação, um espaço de armazenagem e um cais para cargas e descargas. Um equipamento que Frederico Rosa classifica como “mais moderno”.

 

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