Moita. Aprovada aquisição de viaturas para Recolha Selectiva de Resíduos Biodegradáveis

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Prevista está ainda uma campanha de sensibilização junto da população moitense

 

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O município da Moita anunciou que vai implementar a recolha selectiva dos Resíduos Urbanos Biodegradáveis (RUB) naquele concelho, tendo para isso ractificado no último dia 22 a aprovação do caderno de encargos para a aquisição de três veículos especiais para este efeito, no âmbito de uma candidatura apresentada ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR).

De acordo com a autarquia moitense, o projecto piloto de recolha porta-a-porta de biorresíduos vai avançar em todas as cantinas escolares daquele território, contemplando ainda as habitações unifamiliares localizadas nas zonas urbanas de freguesias tais como Alhos Vedros, Mota, Gaio-Rosário e Sarilhos Pequenos.

Para além da recolha, estão ainda previstas outras acções como a “concepção e implementação de um modelo de incentivos ao cidadão/produtor, um sistema TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) para monitorização da recolha selectiva, de apoio ao planeamento da recolha, e uma campanha de divulgação e sensibilização junto da população e produtores alvo”, acrescenta aquela câmara municipal.

No âmbito da implementação deste projecto, a autarquia refere que “serão adquiridas três viaturas” de 14 metros cúbicos de recolha de biorresíduos, para além de 5197 contentores destinados a habitações unifamiliares, bem como 195 contentores reservados para as cantinas escolares concelhias, componentes do sistema TIC e concepção e implementação do modelo de incentivos ao produtor.

De acordo com as regras estabelecidas para apresentação destas candidaturas, que terminaram em Fevereiro do ano passado, os projectos teriam que abranger um mínimo de 20 por cento da população do concelho, nomeadamente as suas associações, o sector empresarial de cada município e empresas concessionários municipais, intermunicipais ou multinacionais.

De salientar que durante as duas últimas décadas, a gestão de resíduos urbanos tem vindo a assumir-se como “um dos maiores desafios ambientais e económicos para os municípios e sistemas de gestão” em Portugal. Os resultados têm evidenciado que a evolução da capitação dos resíduos selectivos esteve practicamente “estagnada” entre os anos de 2009 e 2011, devido à crise económica, tendo crescido de forma significativa desde 2014 até à actualidade.

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