Montijo. Rede de tratamento de águas residuais completa com conclusão da ETAR de Canha

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Obra a cargo da Simarsul custou 1,2 milhões de euros. Nuno Canta realça importância da empreitada “fundamental para a saúde pública”

 

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Cerca de 26 milhões de euros é o valor do investimento global feito em toda a rede de tratamento de águas residuais no concelho do Montijo, que ficou praticamente concluída com a finalização da mais recente obra na freguesia de Canha.

“A obra da Estação de Tratamento de Águas Residuais [ETAR] de Canha arrancou no ano passado e foi agora concluída, devendo ser inaugurada em breve”, disse Nuno Canta, presidente da Câmara Municipal do Montijo, destacando o investimento realizado na construção deste tipo de equipamentos na última década – “cerca de 26 milhões de euros no total”.

A ETAR de Canha, localizada na zona Este do concelho, tem assim um significado especial para o autarca.

“É, praticamente, a conclusão de todo um processo longo. Quando entrámos [PS] para a Câmara tínhamos esgotos a céu aberto no concelho e até junto ao edifício dos Paços do Concelho. Hoje está tudo resolvido”, frisou.

Além de representar “um dos últimos elementos que faltavam para completar toda a rede de tratamento de águas residuais no concelho”, a ETAR de Canha assume “extraordinária importância” para as populações daquela freguesia, resolvendo um problema antigo.
“A ribeira de Canha, enquanto património natural, está agora completamente salvaguardada”, adiantou o chefe do executivo camarário.

A empreitada, a cargo da Simarsul, implicou um investimento de 1,2 milhões de euros e constitui-se como subsistema de saneamento completo, ou seja ETAR e sistema de drenagem e elevatório. O equipamento está pronto, depois de ter cumprido também uma fase de ensaios, e está dimensionado para tratar águas residuais de 1 760 habitantes, ao qual corresponderá um caudal médio de 350 metros cúbicos por dia.

600 mil euros na saúde pública


O investimento é visto ainda pelo edil como “fundamental para a saúde pública”. E a saúde pública no Montijo, defende Nuno Canta, “está bem acautelada”.

De resto, nesse domínio, o município tem vindo ultimamente, face ao período de pandemia, a reforçar o investimento realizado na referida área.

“Em gastos diversos, só nesta última fase pandémica, a Câmara Municipal já investiu 600 mil euros”, salientou o autarca socialista, acrescentando: “Isto sem contar com as isenções de taxas nem com a redução na área dos arrendamentos sociais e a facturação social”.

O montante tem sido investido nas mais diversas medidas de prevenção que integram o plano estratégico de contingência colocado em prática pela autarquia, conforme lembrou Nuno Canta.

“Desde máscaras a equipamentos de protecção individual, passando pelos produtos para desinfecção do espaço público até à realização de testes de despistagem à Covid-19 nos lares da rede social, entre outras”, enumerou.

Ao abrigo do plano definido na Área Metropolitana de Lisboa, nos últimos dias, fizeram o rastreio à Covid-19 403 funcionários de lares privados. Os testes vão agora prosseguir e abranger, sublinhou o autarca, “elementos das forças de segurança”.

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