Palmela garante Unidade Móvel de Saúde para o concelho

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Protocolo com ARSLVT aprovado. Viatura vai transportar enfermeiros, assistente social e psicólogo, entre outros

 

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O concelho de Palmela vai passar a contar, para já por 12 meses (período que pode ser renovado até ao máximo de cinco anos), com uma Unidade Móvel de Saúde para prestar serviços à população, sobretudo àqueles que se encontram mais isolados. Trata-se de uma viatura, devidamente equipada, que contará com enfermeiros, assistente social e psicólogo, entre outros, e que irá percorrer o território.

O funcionamento desta Unidade Móvel de Saúde resulta de um protocolo de colaboração que a Câmara Municipal de Palmela se prepara para assinar com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT). O acordo a estabelecer com a ARSLVT foi aprovado, por unanimidade, na sessão de câmara de quarta-feira passada pelo executivo liderado por Álvaro Balseiro Amaro.

“Esta viatura, devidamente transformada e apetrechada, destina-se à prestação de serviços de saúde na comunidade e promoção de estilos de vida saudáveis e de um envelhecimento activo, especialmente junto das populações rurais e mais isoladas do concelho”, revela a autarquia, em nota de Imprensa.

Desenvolvida “em estreita parceria com o Agrupamento dos Centros de Saúde (ACES) Arrábida”, a implementação desta Unidade Móvel de Saúde vai percorrer o concelho “durante três manhãs por semana, de acordo com um circuito a definir” em conjunto pelo referido agrupamento de centros de saúde e pelo município.

Nos restantes horários, adianta a edilidade, a unidade móvel “será utilizada para campanhas informativas, de sensibilização e outras iniciativas que promovam a literacia em saúde e a adopção de estilos de vida saudáveis”.

No âmbito do protocolo, além da equipa de profissionais de saúde, o ACES Arrábida fica também responsável por “garantir o material clínico e terapêutico necessário ao funcionamento da viatura”.

Já ao município compete, entre outras responsabilidades, “o investimento na viatura” bem como “suportar todos os encargos que resultem da sua afectação à prestação de serviços de saúde na comunidade”.

O protocolo com a ARSLVT “vai vigorar por períodos de um ano, automaticamente renováveis, até ao limite de cinco anos”, sublinha a autarquia.

A Unidade Móvel de Saúde constitui “uma das acções previstas no projecto intermunicipal ‘Percursos em Rede para a Inclusão Activa (PRIA)’, cofinanciado no âmbito do POR Lisboa 2020 e dirigido à população sénior, com o objetivo de promover o envelhecimento ativo e saudável, a aprendizagem ao longo da vida, a participação e o combate ao isolamento e exclusão”, conclui a edilidade.

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