Villamix muda-se para a Baía do Seixal

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Joaquim Santos lembrou que o Seixal destingue-se por uma marca cultural muito forte

Dois dias, dois palcos e muita música. É o que promete o Villamix que, após duas edições em Lisboa, espera juntar mais de 50 mil pessoas ao ar livre do lado de cá

 

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Durante dois dias o Seixal vai bombar música da lusofonia, é o “Villamix, o maior festival frente a Lisboa” do género, assim o afirmou Joaquim Santos durante a apresentação deste “grande evento que marcará o panorama cultural português e o de todos os países da lusofonia”.

Assim o dizia o presidente da Câmara do Seixal durante a apresentação do evento de o Villamix Lisboa, que vai para a terceira edição e agora muda-se para a margem sul para ouvir-se nos dias 2 e 3 de Outubro.

 

Laços para o futuro

Assim se mostra que o “Seixal é uma terra de futuro”, quando “há 45 anos estava tudo por fazer”, continuou o autarca, que passou a enumerar realizações no campo artístico e cultural levadas a cabo recentemente, como o Concurso Internacional de Guitarra, o primeiro do género a nível mundial, ou a Exposição de Manual Cargaleiro, na área da pintura.

A vinda deste festival da música lusófona para o Seixal acontece numa altura e que também foi anunciado que o Teatro da Terra escolheu o concelho para sua “casa”.

Para Joaquim Santos não há qualquer dúvida de que o “Seixal se distingue por uma marca cultural muito forte”, e anunciou que pela frente estão outros acontecimentos como as Cantigas do Maio e o já imperdível Festival Jazz.

“Que os laços agora estabelecidos se estendam ao futuro”, desejou o edil, que referiu as vantagens económicas e culturais inerentes a um festival com esta qualidade e dimensão. Entretanto, segundo a organização, o VillaMix Lisboa, agora na Baía do Seixal, “pretende proporcionar ao público português a grandiosidade de experiências que já o distinguem no Brasil.

Revela a organização que, para além da música, “haverá outros momentos inesquecíveis, e que no espaço do recinto do Festival será montada uma uma tenda electrónica, uma roda gigante, dois palcos e ainda uma zona de campismo.

Mais sobre o VillaMix

Com 9 anos de história, o Villamix é o maior festival de música do Brasil. Atravessou 22 edições e acolhe mais de 2 milhões de pessoas por ano, num palco reconhecido como um dos maiores do mundo. Em 2018, transpôs o Atlântico para trazer a Lisboa o melhor da música do Brasil. O ano passado, o Villamix já se estendeu por dois dias, chamou à cena mais artistas e voltou a esgotar o Altice Arena, apostando na divulgação da música brasileira, portuguesa e de origem lusófona. E, como diz a organização, “muito mais do que um Festival, o Villamix é uma experiência única”.

Grandes nomes já confirmados: Gustavo Lima, Luan Santana, Seu Jorge, Alok e Pedro Sampaio

No Seixal, serão dois palcos e não um, como habitualmente, o que “reforça a premissa da organização para este ano da oferta de um cartaz diversificado, liderado por alguns dos maiores nomes da música brasileira, portuguesa e da lusofonia”. Gustavo Lima, Luan Santana, Seu Jorge, Alok e Pedro Sampaio, são artistas já confirmados. Outros, incluindo portugueses, em breve se lhes juntarão.

Pedro Neto, director do festival, afirmou estar  “entusiasmado com todas as novidades há muito a ser preparadas para esta edição, que se focará no futuro e marcará de forma inequívoca a diferença evolutiva sob as anteriores, já de si sucessos estrondosos”, adiantando que  “ a estrutura que vamos montar para a edição 2020 vai marcar para sempre a produção de eventos de música em Portugal”.

Por José Augusto

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