O Setubalense

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Carlos A. Cupeto -Escola de Ciências e Tecnologia Universidade de Évora

Neste tempo de enormes desafios todos precisamos de todos, O Setubalense mais do que necessitar de nós todos, merece a nossa cumplicidade; nós precisamos d’O Setubalense

 

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Confesso um orgulho enorme e a consciência do privilégio em escrever, de quando em vez, umas linhas n’O SETUBALENSE. Não sei se todos compreendemos a dimensão e importância deste jornal. O tal jornal de proximidade e que por isso é nosso.
Compreendo muito claramente que este jornal, por dentro e por fora, é um modelo e exemplo de serviço a toda uma região e às suas gentes.

Será que este desígnio é reconhecido por todos? Muitas vezes, vezes de mais, por mim o escrevo, andamos distraídos e não valorizamos o que temos. Como seria bem mais pobre e frágil toda esta vasta região sem O SETUBALENSE. Muito mais que um jornal que noticia e opina, O SETUBALENSE é um pilar de grande importância económica, social e cultural.

Aqui se mobiliza e estrutura uma rede de informação útil que por isso mesmo, todos, singulares e colectivos, públicos ou privados, devem reconhecer e valorizar. Mais, aqui borbulha um modelo de monitorização cidadã ímpar e único que promove na região um compromisso de mudança e melhoria continua.

Conforme escreve Tolentino Mendonça “a grande crise, a mais aguda, não é sequer a dos acontecimentos, decisões e deserções que nos trouxeram até aqui. Dia a dia sobrepõe-se um problema maior: a crise de interpretação. Isto é, a falta de um saber partilhado sobre o essencial, sobre o que nos une, sobre o que nos pode alicerçar, para cada um enquanto individuo e para todos enquanto comunidade, os modos possíveis de nos reinventarmos.”

Atrevo-me a arriscar que este é, provavelmente, o principal mérito e papel d’O SETUBALENSE. Contribuir claramente para um modo de vida mais feliz de quem vive nesta boa região. Neste tempo de enormes desafios todos precisamos de todos, O SETUBALENSE mais do que necessitar de nós todos, merece a nossa cumplicidade; nós precisamos d’O SETUBALENSE.

O caminho é certamente um sentido de vida mais próximo e solidário que nos conduza a qualquer coisa bem melhor do que temos hoje.

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