LaserPerformance investe 8 milhões de euros em Setúbal até 2021

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Obras do Eco-Campus começam este ano num terreno de 8 mil metros quadrados próximo ao Politécnico

 

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A LaserPerformance, empresa dedicada à construção naval, vai investir 8 milhões de euros em Setúbal nos próximos dois anos com a construção de um Eco-Campus. E na primeira fase, que se encontra em processo de licenciamento na Câmara Municipal de Setúbal, o projecto irá criar, “aproximadamente 50 postos de trabalho”, avança Valdemar Moura, director-geral da empresa líder mundial na construção de veleiros.

O Eco-Campus que representa uma unidade industrial para a produção de veleiros e uma de logística, cada uma com 4 mil metros quadrados, “ficará próximo ao Instituto Politécnico de Setúbal” revela Valdemar Moura, “sendo esse um dos motivos que levou à escolha da localização para o projecto e de Setúbal”.

A isto une-se “a ligação de Setúbal ao rio e mar e as vias de comunicação do concelho com a região”, assume Valdemar Moura. “No entanto, o facto de o presidente da empresa ter visitado Portugal e ter ficado apaixonado por Setúbal, onde planeia gozar a sua reforma, também ajudou a solidificar o projecto”, revela.

Para esta ligação também contribuiu ainda o facto de a empresa Bicasco, dedicada a representações náuticas, com localização na Quinta de Canes, na Estrada do Vale da Rosa, ser representante da LaserPerformance em Portugal.

Quanto ao arranque da construção do Eco Campus “a primeira fase inicia ainda para este ano, apesar das condicionantes que a pandemia actual está a impor ao mercado”, comenta Valdemar Moura.

A primeira fase deve estar concluída “até 2021, tendo sido esse o compromisso assumido com a autarquia”. Mas, para o director-geral da LaserPerformance, “o ideal seria que todo o projecto ficasse construído nos próximos dois anos”. Não sendo possível “fica o compromisso de ter a totalidade concluída em 2024”.
Quanto às conversações com a Câmara Municipal de Setúbal “já prosseguem há alguns meses” havendo um compromisso de “manter a união do projecto com a natureza circundante”. Um contacto que a Câmara Municipal de Setúbal confirmou a O SETUBALENSE, “estando agora a primeira fase do projecto em licenciamento”.

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