Crowdfunding. Custódio Pinto e mais algumas empresas associam-se à campanha do jornal

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Colaborador mais antigo d’O SETUBALENSE fez questão de entregar donativo pessoalmente

 

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A campanha de crowdfunding, recolha de fundos, que O SETUBALENSE tem em curso, recebeu ontem mais alguns contributos, designadamente dos colaboradores Custódio Pinto (50 euros), Américo Lourenço (15 euros), de duas empresas e da Papelaria Mota (14,38 euros). A doação da papelaria vinha acompanhada da mensagem “na tentativa de assegurar sempre a publicação”.

Custódio Pinto, de 91 anos e o mais antigo colaborador d’O SETUBALENSE, fez questão de entregar o seu donativo pessoalmente, na redacção, e com votos “de bom êxito”.

As empresas são a Amagra, do Litoral Alentejano, que fez uma aquisição de publicidade no valor de 680,00 euros, e a Rari – Auto Tech, que fez um donativo de 200 euros.
Destes apoios de ontem, apenas o de Américo Lourenço foi feito através da plataforma PPL Crowdfunding Portugal, onde a campanha decorre, e que soma agora 6.272 euros, doados por 75 apoiantes.


Fora da plataforma, os apoios recebidos pelo jornal somam 8.869,38 euros, pelo que, até ontem, a campanha tinha recolhido um total de 15.141,38 euros. O montante ultrapassa em muito pouco os 50% dos 30 mil euros de objectivo final, quando o prazo já vai a mais de meio.

A campanha, que pretende recolher 15 mil euros em Abril e 15 mil euros em Maio, termina no dia 02 de Junho. Para que o objectivo seja alcançado, faltam ainda 14.858 euros.

Pode fazer o seu donativo entre na plataforma PPL – veja no link ppl.pt/causas/osetubalense -ou ligue 265 094 354.

Os fundos recolhidos destinam-se a ajudar o jornal a manter a publicação, que é diária, durante este período de pandemia, em que a receitas de publicidade caíram fortemente.
O SETUBALENSE agradece o apoio de todos os apoiantes e compromete-se a continuar a dar informação regular sobre o andamento da campanha. No final publicaremos a relação completa de donativos e doadores.

Até à data os montantes mais elevados doados directamente na plataforma foram os da Fundação Buehler-Brockaus (2.000 euros) e de um empresário sadino que quer manter anonimato (mil euros).

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