Bombeiros do concelho de Palmela encaixam ajuda no valor de 90 mil euros

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As três Associações de Bombeiros existentes no concelho de Palmela “vão receber um apoio financeiro” por parte da autarquia no “valor total de 90 mil euros (30 000 mil euros atribuídos a cada associação)”, montante entregue para “a aquisição de viaturas e outro equipamento indispensável à sua operacionalidade”.

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A decisão, aprovada “por unanimidade na reunião” da Câmara Municipal de Palmela de dia 30 de Maio, “destina-se a comparticipar, no caso da Associação Humanitária dos Bombeiros de Palmela, a aquisição de uma ambulância para transporte de doentes. Quanto à Associação Humanitária dos Bombeiros Mistos de Águas de Moura, a aquisição de um veículo de comando táctico e de equipamentos de protecção individual, a adaptação de um veículo de apoio a operações específicas com um kit de combate a incêndios e um kit de intervenção em matérias perigosas e a reparação do gerador de emergência do quartel. No que respeita à Associação Humanitária dos Bombeiros de Pinhal Novo, a aquisição de um Veículo de Combate a Incêndios Florestais”, revela o município em comunicado.

Saudação ao Dia do Bombeiro

A Câmara Municipal de Palmela aprovou também na reunião de dia 20 de Maio, “por unanimidade”, uma saudação ao Dia Municipal do Bombeiro e “às três Associações Humanitárias de Bombeiros do concelho de Palmela – Águas de Moura, Palmela e Pinhal Novo”, que desenvolvem diariamente um trabalho “para benefício e salvaguarda das pessoas e bens” do concelho.

A decisão, que acontece de forma a destacar “a 20ª edição das comemorações do Dia Municipal do Bombeiro, decorre num contexto atípico face à pandemia da Covid-19, mas que coloca ainda mais em evidência o carácter insubstituível das/os bombeiras/os na comunidade”, afirma a autarquia em nota de imprensa. “Mesmo em moldes diferentes, é fundamental assinalar esta data, prestar o devido reconhecimento à missão e às pessoas que a assumem e continuar a dar visibilidade à causa junto da opinião pública”, acrescenta.

“Estas estruturas vivem com problemas quotidianos, desde a insustentabilidade da gestão e necessidades ao nível de equipamento de protecção, viaturas e instalações (muitas vezes, só garantidas com o apoio dos municípios), até à falta de voluntárias/os que permitam reforçar e renovar os corpos activos. O município considera urgente que a sociedade civil e a administração central correspondam ao empenho e dedicação destas associações, dando-lhes o apoio que precisam para desempenhar o seu importante papel”, lê-se na mesma nota.

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