Eleitos socialistas levam nota sobre nova escola presencial ao Ministério da Educação

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O grupo socialista do município falou com professores e, do que ouviu, considera que as coisas estão a correr bem

 

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Os eleitos do PS Setúbal vão reunir hoje com o ministro e o secretário de Estado da Educação, para lhes “dar conhecimento da realidade da situação no regresso presencial às aulas em Setúbal”, e também para “debater soluções para melhorar e aumentar, ainda mais, a resposta da escola pública no concelho”.

Os socialistas querem ainda receber a garantia de que “nenhum aluno fica para trás no seu percurso lectivo, sobretudo nas escolas inseridas em territórios educativos de intervenção prioritária”, como é o caso do Agrupamento Vertical de Escolas Ordem de Sant’iago na Bela Vista.

Esta reunião com decisores do Governo vem na sequência das visitas de vereadores e deputados municipais do PS fizeram a três escolas do concelho de Setúbal para uma avaliação preliminar da primeira semana de aulas depois da reabertura da frequência presencial para alunos do 11.º e 12º anos.

Em cada uma das escolas reuniram com os respectivos directores, neste caso da Secundária de Bocage, tendo seguido para a Secundária Sebastião da Gama e concluído o périplo de visitas na Escola Secundária da Bela Vista, sede do Agrupamento Vertical de Escolas Ordem de Sant’iago.

Dizem os eleitos que tiveram “oportunidade de se inteirar dos novos moldes e regras de funcionamento do regresso às aulas presenciais para alunos, professores e funcionários, e fazer uma avaliação preliminar positiva”, da primeira semana de aulas com alunos na escola, que, pelo que ouviram, registou uma afluência de “70% a 80% dos alunos que têm estas aulas”.

Em comunicado, os eleitos do PS registaram também como “positivo o facto de estarem devidamente assegurados, em todas as escolas, os devidos e necessários equipamentos de protecção individual e de higienização, fornecidos pelas autoridades de saúde e pelo ministério da educação”.

Para os socialistas a reviravolta a que as escolas ficaram sujeitas com as medidas para a contenção pandémica, é “prova de que a escola pública se reinventa e se adapta todos os dias, a todas as circunstâncias, graças ao empenho e à competência dos seus profissionais, alunos e encarregados de educação, sendo um inalienável e indispensável garante do combate às desigualdades e do acesso à educação para todos”.

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