Zares Group. Crise na Venezuela abre oportunidade de crescimento em Portugal

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Empresa da América do Sul fixou-se em Almada por ver que o país era o que tinha “maior impulso” na Europa

 

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Devido a factores externos alheios ao projecto o Zares Group, originário da Venezuela, decidiu mudar-se para Portugal em 2017 com Almada a ser o local escolhido para dar continuidade ao seu trabalho.

A O SETUBALENSE, David Naborre, CEO da empresa que iniciou a actividade em 2013, naquele país da América do Sul, explicou as razões para esta drástica mudança num tão curto espaço de tempo. “Infelizmente por motivos políticos as nossas actividades na Venezuela encerraram por causa da ditadura e da incompetência da oposição”. Depois de vários estudos, acrescenta, “decidimos que o pais europeu com maior impulso e projecção económica era Portugal e não errámos porque as coisas têm vindo a correr muito bem”.

Em Portugal a Zares tem vindo a afirmar-se em áreas de actuação distintas: Construção Civil (Portos e aeroportos – Habitação – Áreas desportivas – Indústrias – Fábricas – Edifícios); Reabilitação-Remodelações (hotéis – comércio – prédios – casas – apartamentos – sector cultural – escritórios – supermercados). Desenvolvimento: (administração pública – projectos arquitectura – protecção ambiental – projectos de infraestrutura – projetos urbanos – Agroindústria. Desenvolve em paralelo um projecto na área do controlo de pragas. “Podemos dizer que atingimos os objectivos de curto-prazo”, aponta David Naborre. “A Zares está muito bem posicionada no mercado português, mas o nosso objectivo para os próximos anos é potenciar e expandir ainda mais a marca em todo o território”, realça David Naborre.

Das várias áreas de actividade da empresa qual é a principal?
O nosso Grupo tem actualmente três empresas que estão em sintonia com o comercio português, a nossa aposta mais forte é a área da construção civil pelo sucesso que tivemos ao longo destes três anos.

Mas a área de controlo de pragas também está num nível de mercado muito competitivo. Em termos geográficos, Lisboa, Setúbal e Algarve são as nossas zonas prioritárias.

A Zares trouxe alguns factores diferenciadores para fazer face a um mercado altamente competitivo?
O mercado português tem muita concorrência. Da nossa parte oferecemos a cada cliente o serviço que merece. Em cada área de actuação desenhamos ao pormenor cada situação que possa surgir ao longo do ano, capacitando os nossos profissionais com a mais recente tecnologia. Por isso costumamos dique que apostar na Zares é garantir um investimento sem risco”.

Com que medidas está o grupo a enfrentar a pandemia de covid-19?
A medida mais importante foi alertar as pessoas. Esta pandemia não é qualquer coisa, avisamos que está ao nível de doenças causadas por vírus como a ébola, marburg ou gripe aviária. Tem sido um desafio alertar as pessoas para a importância desta doença, o cuidado e prevenção a ter para evitar o contágio com imprudências que podam afectar as famílias.

Neste contexto, que objectivos se propõe ainda alcançar este ano?
O desafio mais importante para este 2020 é manter os postos de trabalho de cada um dos nossos colaboradores. Outro dos nossos objectivos é continuar a oferecer a mesma qualidade e soluções respeitando os métodos de segurança para cada cliente evitando assim que o mercado pare de funcionar.

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