Palmela: Festival Internacional de Artes de Rua deste ano foi prova de resistência e homenagem

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Fotografia Alexandre Nobre

“Foi um fim-de-semana positivo. Tivemos espectáculos esgotados, alguns com sessões que conseguimos duplicar. O público aderiu e o balanço é muito bom”, começa por dizer Alexandre Nobre, da organização do Festival Internacional de Artes de Rua de Palmela (FIAR). “O FIAR deste ano é uma prova de resistência e uma homenagem”, adianta, para depois explicar: “Homenageamos Dolores de Matos e resistimos, na medida em que, com poucos apoios mas com uma equipa forte, desenvolvemos a programação deste ano”.

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No sábado, “foi uma grande emoção o espectáculo ‘Pele’, com Ricardo Guerreiro Campos, e o grupo de teatro As Avózinhas. A sala esteve composta, também, com a Interrupção, de Bruno Humberto e Rui de Almeida Paiva”. No dia seguinte repetiu-se a iniciativa “Dramaturgia de rua”, os momentos de animação, performance e música e as projecções de vídeo da revista FOmE em edifícios do centro histórico de Palmela. Tiago Vieira fechou a programação com “Penélope”.

Neste ano difícil, mas de reinvenção, esta edição teve como premissa “a arte de fiar e tecer juntos em tempos de distância” e onde a rua foi, mais uma vez, o palco. A actual situação de pandemia não impediu a população de ir até à vila para participar. Pelo contrário, Alexandre Nobre crê “que as pessoas estão ávidas deste tipo de eventos”.

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