Instituto Politécnico de Setúbal retoma aulas presenciais com regras de segurança acrescidas

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Decisão pretende reforçar a “interacção pessoal” e “manter a equidade para estudantes e docentes”

 

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Com o arranque do ano lectivo 2020/2021 a acontecer desde o final da passada semana, os estudantes do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) regressam agora às aulas presenciais, retomadas em cumprimento com “as normas de segurança e de saúde definidas pela Direcção-Geral da Saúde”, garante a instituição em comunicado. A decisão, determinada “pela presidência do IPS”, foi tomada de forma a reforçar “a interacção pessoal no processo de ensino-aprendizagem” e “manter a equidade para estudantes e docentes”.

Para garantir, assim, a segurança da comunidade escolar, o IPS está a colocar “em curso a aquisição de sistemas tecnológicos que garantam a interacção remota, com transmissão de som e imagem, para instalação em cerca de 60 salas, a aquisição de acrílicos de protecção, em especial para os locais de trabalho e laboratórios, e a aquisição de equipamentos de protecção individual destinados aos estudantes do ensino clínico”.

Por sua vez, “as diferentes Unidades Curriculares, em função do número de estudantes inscritos, devem funcionar em sala de aula, com toda a turma, ou em regime de ensino misto rotativo, semanal e/ou quinzenal”. “Neste último cenário as actividades lectivas realizam-se no campus do IPS com recurso à transmissão directa por vídeo, sendo frequentadas por um grupo de estudantes em sala de aula e por outro à distância, o que permitirá o contacto presencial com os docentes da Unidade Curricular e com os colegas”, refere a mesma nota.

Em simultâneo, as actividades à distância vão continuar a decorrer “em complemento, consoante as necessidades e especificidades dos cursos leccionados em cada uma das cinco escolas superiores”. Para além das regras definidas, “a presidência apela à utilização da aplicação de rastreio STAYAWAY COVID”, tratando-se “de uma ferramenta gratuita que assegura a protecção da identidade e dos dados pessoais e que funciona como um radar de alerta para contactos de risco recentes, contribuindo para ajudar a interromper cadeias de contágio”.

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