Seixal activa Plano de Emergência e fecha passeio ribeirinho

39
visualizações

A Câmara do Seixal quer testes Covid-19 aos bombeiros e idosos em lar. Entretanto, o passeio ribeirinho passou a estar fechado ao público. Uma decisão da autarquia, entre outras, para conter a pandemia

- Pub -

 

A Câmara do Seixal decidiu encerrar o passeio ribeirinho da baía para garantir o “afastamento social”, e criou centros de acolhimento temporário para as “vítimas da covid-19”.

As medidas fazem parte do Plano Municipal de Emergência, que entrou em vigor às 23h00, da última terça-feira, com o objectivo de “impor o cumprimento das restrições à circulação na via pública, a obrigatoriedade de isolamento e quarentena e o funcionamento dos serviços essenciais”, avançou a autarquia, em comunicado.

Neste sentido, o município decidiu encerrar o passeio ribeirinho entre a Amora e o Seixal, todos os parques, jardins e jogos de recreio, ou seja, os “espaços públicos que concentrem um elevado número pessoas, contrariando as orientações das autoridades de saúde para o afastamento social”.

Além disso, indicou, foram criados centros de acolhimento temporário “para as vítimas da Covid-19 que venham a necessitar de alojamento”, como já acontecia com o Pavilhão Municipal da Torre da Marinha, na Arrentela.

Segundo a mesma nota, a activação deste plano também se deve à “elevada previsibilidade de casos de infecção em lares de idosos e outras instituições de apoio social”.

Por isso, o presidente da Câmara do Seixal, Joaquim Santos (CDU), endereçou um ofício ao Governo a exigir a realização urgente de testes ao novo coronavírus aos bombeiros, utentes e profissionais de lares de idosos e à Unidade de Cuidados Continuados Integrados do concelho do Seixal, para que “sejam despistados quaisquer focos de contaminação numa população de elevado risco”.

Este plano considera ainda a necessidade de “ser garantida a prestação de serviços essenciais à população, nomeadamente a recolha de resíduos e abastecimento público de água e saneamento e a necessidade de ser garantido o fornecimento de bens alimentares, medicamentos e equipamentos de protecção individual aos agentes de protecção civil e à população”.

Com Lusa

Comentários

- Pub -