Nuno Canta pede intervenção da AML contra TST

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Nuno Canta, presidente da Câmara Municipal do Montijo, diz que a adesão da TST ao “lay-off” constitui uma violação ao contrato que a empresa assumiu com a Área Metropolitana de Lisboa (AML), face à supressão das carreiras que fazem a ligação do concelho a Lisboa. E já pediu a intervenção da AML, considerando “inaceitável” a posição adoptada pela transportadora.

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“O presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, enviou hoje um ofício ao 1.º secretário da Área Metropolitana de Lisboa (entidade responsável pela gestão do transporte público de passageiros) a solicitar a intervenção imediata junto da TST, por forma a garantir que as carreiras de ligação do Montijo a Lisboa não sejam suprimidas e, com isso, seja negado o direito constitucional dos montijenses à mobilidade”, revelou esta quarta-feira a autarquia nas plataformas digitais que administra.

“A Câmara Municipal do Montijo teve conhecimento que a TST vai recorrer ao regime de lay-off, medida excepcional criada pelo Governo perante a pandemia de Covid-19, e modificar as carreiras de transporte público, num claro incumprimento do contrato em vigor, o que é totalmente inaceitável”, pode ler-se na comunicação do município.

O grupo Arriva, que detém a TST, anunciou que vai colocar em “lay-off” 68% dos seus 1 500 colaboradores em Portugal já a partir de amanhã, quinta-feira.

A decisão, que implica ajustes na oferta dos serviços, tem como objectivo “minimizar os efeitos desastrosos que a actual situação está a causar”, justificou a empresa.

A TST opera nos concelhos de Almada, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Palmela, Barreiro, Moita, Montijo, Alcochete e Lisboa.

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