“Renovação do Memorial ao 25 de Abril e da rotunda frente à estação fluvial representam reerguer económico do Barreiro”

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Cerca de 3 milhões de euros de investimento representam aposta em eixo de mobilidade

 

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As obras de requalificação da Rotunda do Memorial ao 25 de Abril, localizada na Avenida Ary dos Santos, no Lavradio, iniciaram esta segunda-feira, com um investimento de 300 mil euros por parte da Câmara Municipal do Barreiro.

“A esta obra pública unem-se outras, como a renovação da rotunda localizada frente ao Terminal Fluvial, que representam o reerguer económico do Barreiro face à crise já criada pela Covid-19”, refere Rui Braga, vereador responsável pelo Departamento de Planeamento e Gestão Territorial. “Uma reactivação da economia com grandes planos de desenvolvimento”.

Só a intervenção naquela que é apelidada pelos barreirenses de “Rotunda do Cotonete”, devido à sua forma, vai representar um investimento superior a 2,5 milhões de euros, “com apoio de fundos PAMUS [Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável]”. Fundos cujo plano, segundo o vereador seria aplicar na Ponte Pedonal e Ciclável que em 2017 foi protocolada entre o Barreiro e o Seixal, mas não se concretizou.

“Com esta obra, que deve iniciar no fim destes ano, estes valores podem ser reaplicados no eixo de mobilidade que este executivo quer criar em todo o concelho”, garante Rui Braga, “de forma a concretizar o compromisso assumido na Estratégia Nacional para a Mobilidade Ativa 2020-2030”, apresentada no Barreiro em 2018 por António Costa, durante a sua primeira legislatura enquanto líder do Governo.

Homenagem ao 25 de Abril não se perderá

Rui Braga garantiu a O SETUBALENSE que “o elemento escultório, da autoria do barreirense José Cândido, presente na Rotunda do Memorial ao 25 de Abril vai manter-se, como grande símbolo que é da luta pela liberdade e democracia”. Durante as obras apenas estrutura envolvente à rotunda vai passar por alterações.

O vereador explica que, na época em que a rotunda foi construída, no início dos anos 2000, “eram permitidos lancetes com a altura idêntica aqueles que a construção apresenta, mas estes equipamentos são causa de elevada sinistralidade”.

Outras questões relacionadas com a requalificação desta estrutura prendem-se com o espelho de água que integra o elemento escultório e que “já passou por redireccionamentos para o interior da rotunda”, porque alagava com frequência as vias e atingia os veículos, colocando em risco os condutores.

A autarquia alerta ainda que a intervenção vai levar à supressão de uma faixa de rodagem, “que criará alguns constrangimentos no trânsito”.

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