CGTP une 400 manifestantes em marcha contra desemprego

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Manifestação por emprego com direitos e valorização de carreiras em tempo de pandemia percorreu frente ribeirinha, Avenida Luísa Todi, Praça de Bocage e Avenida 5 Outubro

 

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A União de Sindicatos de Setúbal CGTP-IN realizou esta manhã uma manifestação, que uniu 400 trabalhadores de serviços municipais, saúde e educação, com ponto de encontro e organização do cordão humano, frente ao edifício da Segurança Social em Setúbal, tendo depois percorrido a Avenida Luísa Todi, Praça de Bocage e Avenida 5 de Outubro.

No decorrer da marcha pela Avenida Luísa Todi , Luís Leitão, coordenador da União dos Sindicatos de Setúbal, referiu a O SETUBALENSE que este é um momento social de grande urgência na reivindicação “por emprego com direitos e mais soluções”, com o aumento de salários no horizonte, “que por si já é gerador de mais emprego e mais riqueza”, afirma o dirigente sindicalista.

Reivindicações nacionais e dos trabalhadores do distrito de Setúbal, onde, nos últimos três meses o desemprego “aumentou 28,6%, com 9244 casos registados”.

Sobre o programa de acções planeado pela CGTP para os meses de Junho e Julho, Luís Leitão fala de actos públicos que têm decorrido com boa adesão, como a Tribuna Pública realizada a 24 de Junho no Cais Fluvial do Barreiro, com vista à reivindicação pela reposição de carreiras nos transportes públicos, de forma a que sejam garantidas as condições de segurança nas viagens, que têm registado lotações acima da permissão por lei.

Sendo, para a  CGTP-IN, o caso mais grave a Transportes Sul do Tejo (TST) que, alegadamente, não estará a cumprir as regras que a Direcção-Geral da Saúde emanou, para o serviço público de transportes. E ainda mantém trabalhadores em Lay-off, enquanto recebe as indeminizações compensatórias para prestar o serviço e não cortar carreiras.

O sindicalista aproveitou o momento para ironizar que Junho e Julho também estão a correr bem para outras empresas. Em especial, “com a deslocação os trabalhadores da Viroc e o protesto na Lauak, que levou a que a empresa tirasse 100 colaboradores do processo de despedimento colectivo, e não despedisse ainda mais” .

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