COVID-19. Secundária de Palmela coloca turmas do 11.º e 12.º anos em ensino à distância

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Escola Secundária de Palmela

Falta de assistentes operacionais, devido a caso de Covid-19 identificado, levou a decisão sobre ensino à distância em algumas turmas

 

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A direcção da Escola Secundária de Palmela colocou várias turmas do 11.º ano e 12.º ano em ensino à distância, devido à dificuldade de funcionamento com a falta de assistentes operacionais, isto na sequência de um destes trabalhadores ter testado positivo à Covid-19.

A directora, Isabel Ramada, assina uma informação no Facebook da escola onde refere que na terça-feira, este estabelecimento de ensino esteve “a funcionar com menos 9 assistentes operacionais sendo que os restantes asseguraram o funcionamento dos corredores desde as

8h00 até às 16h00. A partir dessa hora não tínhamos assistentes operacionais disponíveis para assegurar a higienização dos espaços nem a segurança dos corredores pelo que tivemos de tomar a decisão de terminar as actividades lectivas pelas 15h40”.

Com vários assistentes operacionais de atestado médico e ainda sem substituição, a direcção decidiu “encerrar todas as salas do “bloco antigo” durante os próximos dias” até que tenha a “substituição de alguns assistentes”. Ao mesmo tempo espera que os funcionários que se encontram em isolamento profiláctico tenham o resultado dos testes negativos à Covid-19, e regressem ao serviço.

Trata-se de cinco assistentes operacionais que, por indicação do Delegado de Saúde, estão em casa em isolamento por terem estado em contacto com um outro que teve sinais de infecção e testou positivo, o qual não voltou à escola desde os primeiros sintomas. Segundo a directora, os cinco funcionários estão assintomáticos e aguardam a realização do teste à Covid-19.

A opção pelo regime não presencial para alguns alunos deve-se a que, as 48 turmas da escola “não cabem nas salas de aula dos corredores” que foi possível manter em funcionamento, daí ter sido “necessário seleccionar algumas turmas para o ensino à distância”. Acrescenta Isabel Ramada que esta escolha teve por critério “as turmas de anos de alunos com mais autonomia e que já têm alguma experiência neste regime de ensino”, por isso a opção por um ano do turno da tarde do 11.o ano e um ano do turno da manhã do 12.o ano.

“Quando tivermos um número de assistentes suficientes para voltar a abrir o bloco agora encerrado, estas turmas voltarão ao regime presencial, o que poderá acontecer já na próxima segunda-feira”, afirma a directora.

Redacção

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