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Paróquia de São Sebastião lança-se nas redes sociais para estar mais próxima à comunidade

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Inauguração agendada para amanhã, pelas 21h00, no contexto de uma noite cultural, com espectáculos de vídeo e de música

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A Paróquia de São Sebastião, em Setúbal, prepara-se para lançar amanhã, pelas 21h00, novas páginas nas redes sociais Facebook, Instagram e Youtube, assim como apresentar o seu “site totalmente reestruturado”, numa medida que pretende aproximar “os paroquianos de novo à Igreja”, depois de “deixarem de a poder frequentar devido ao despoletar da pandemia”, revelou o padre Casimiro Henriques a O SETUBALENSE.

A inauguração do projecto Paróquia digital, “ou São Sebastião digital”, agendada para as 21h00, vai acontecer “no contexto de uma noite cultural, com espectáculos de vídeo e de música”, pois “estas páginas não nasceram isoladas”. Apesar de ter surgido “um pouco por acidente”, a aposta “vai ser uma espécie de revolução na Paróquia, com a apresentação de uma nova linguagem”, considera o padre Casimiro Henriques. “Avançámos com a sua criação pois quando retomámos as missas presencialmente comecei a sentir a necessidade de me dirigir às pessoas que estavam em casa”, acrescenta.

Padre Casimiro Henriques

A “reinvenção”, como descreve a nova medida, surge também numa tentativa de acompanhar “o que os outros já tinham feito e que a Paróquia ainda estava para trás”, sendo esta uma actividade criada “não apenas para o período de pandemia mas também pensada para o futuro”. “Não queremos que a Igreja seja apenas de celebração de missas, mas que seja também um espaço dedicado à cultura e de aproximação das pessoas e de dialogo”, explica.

Apesar de considerar que a “a adesão não vai ser imediata”, afirma que “as pessoas se vão ligar às missas a partir das novas redes sociais em suas casas”. “Sabemos que nos vão procurar mas que não vão chegar todos num dia, nem numa semana e que levará certamente anos a que este serviço chegue a todos os que assim o entenderem. Vai ser um espaço que também vai facilitar quem se quer baptizar ou casar, pois não existia um lugar onde nós, de facto, pudéssemos fazer esta ponte”, conclui.