4 Março 2021, Quinta-feira
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Requalificações da Rua Miguel Pais e da Praça 1.° de Maio custam quase 870 mil euros

Espaços vão contar com elementos da autoria da artista plástica montijense, Fernanda Fragateiro

 

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Cerca de 870 mil euros é o valor global do investimento das requalificações da Rua Miguel Pais e da Praça 1.° de Maio e Largo do Guitarrista, promovidas pela Câmara Municipal do Montijo. A primeira já arrancou e a segunda está prestes a iniciar-se.

De acordo com a autarquia, a execução do projecto do jardim inclinado da Rua Miguel Pais – que vai custar 387 mil e 480 euros e que beneficia de uma comparticipação de 50 por cento ao abrigo do Portugal 2020 – visa “prolongar os espaços permeáveis na frente ribeirinha do Montijo”. A empreita, explica o município, “compreende um edifício-jardim inclinado com passeios envolventes, com o objectivo de ligação da cidade com o rio”.

A edilidade sublinha que a obra permitirá que venham a ser instalados nos passeios “esplanadas generosas dos espaços comerciais existentes e futuros, aumentando as áreas de lazer”. O jardim inclinado será “constituído por um muro contínuo de peças de betão em tons de terra” e no seu interior contará com “um amplo relvado e arborização generosa”. As calçadas dos passeios vão passar a apresentar “uma série de desenhos naturalistas, da autoria da artista plástica montijense Fernanda Fragateiro”. O projecto, segundo a edilidade, foi “incluído no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU)”.

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Salvaguardar a memória

Já a reabilitação da Praça 1.º de Maio e Largo do Guitarrista, que está prestes a arrancar, tem o objectivo de “recuperar um espaço histórico na cidade”.

Esta empreitada, que representa um investimento de 481 mil e 613 euros – também comparticipado em 50 por cento no âmbito do Portugal 2020 – vai igualmente contar com trabalho artístico de Fernanda Fragateiro. “A obra pretende preservar essa memória [do espaço], alargando a zona pedonal com desenhos da artista plástica montijense e construindo um banco circular em pedra de Lioz. O banco surge suspenso do pavimento contínuo e o desenho abre-se para a Igreja da Misericórdia”, adianta a autarquia. Outro dos objectivos da intervenção é “prolongar a permeabilidade do solo no centro da cidade de modo a favorecer a infiltração das águas com a plantação de árvores em espaços verdes circulares”.

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O local a ser intervencionado chegou a contemplar “um poço circular de abastecimento da cidade e mais tarde um coreto circular”.

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